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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Fechar para curar Alzheimer


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Que ótima notícia!

Cientistas australianos testaram um novo tratamento para a doença de Alzheimer em camundongos e parece ter tido um grande resultado.

Estes animais foram geneticamente alterados para desenvolver esta doença e assim poderiam ser os primeiros protagonistas deste novo tratamento.

O resultado? Muito encorajador!, Porque 75% dos roedores recuperou sua memória.

Quer saber mais?

Uma pessoa com a doença de Alzheimer geralmente dois tipos de lesões: emaranhados neurofibrilares e placas amilóides. Estes são encontrados dentro e entre os neurónios e são o que causa os danos que causa a doença.

Mas esta doença que afeta 50 milhões de pessoas em todo o mundo e, progressivamente degenera o cérebro humano parece finalmente ter uma cura eficaz.

O novo tratamento


Para investigar este novo sistema para melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem desta doença, os pesquisadores da Universidade de Queensland (Brisbane, Austrália) testaram o tratamento em camundongos.

O experimento consistiu de alterar geneticamente os animais para torná-los proprietários da doença e para iniciar o teste.

O que foi isso? Na utilização de uma técnica de ultra-sons para não-invasiva para estimular as células capazes de limpeza a "resíduos" responsável pela formação de emaranhados neurofibrilares e placas amilóides ondas.

O resultado foi excelente: 75% dos ratos recuperou a memória e não conseguiu apresentar danos no tecido cerebral.

Para verificar a memória destes animais, vários testes de exercícios diferentes (tais como labirintos dentro) que foram realizados e foram muito bem-sucedida.

Como é a história?

A verdade é que ainda não temos evidências para provar a eficácia deste tratamento em seres humanos.

Este ano, o experimento será conduzido em ovinos e, se tudo correr bem, vamos começar a implementar em 2017 em nós.

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